domingo, 7 de janeiro de 2018

Teologia, Ciência e Magia ritualística Parte 7

1 A teoria acadêmica sobre as grandes pirâmides de Gizé é que elas foram construídas como túmulos para os faraós. O problema com essa teoria é que nunca houve um corpo descoberto em nenhuma das pirâmides egípcias. Outro problema óbvio com a teoria acadêmica é que os faraós egípcios foram claramente enterrados em túmulos subterrâneos no Vale dos Reis. Esses túmulos subterrâneos foram construídos de maneira que acomodassem os rituais de enterro complexos e sofisticados que exigiam tanto enterrar o antigo faraó quanto ungir o herdeiro do trono. Nenhuma das estruturas arquitetônicas que sustentam esses rituais existe em qualquer uma das pirâmides egípcias.
Dois seculos atrás, um maquinista britânico chamado Christopher Dunn estava visitando as pirâmides de Gizé em férias. Ele é uma autoridade em pesos e medidas sem antecedentes na história, arqueologia, egiptologia ou religião antiga. Dunn simplesmente olhou para as estruturas de pedra e notou indícios claros de que as pedras estavam sendo vestidas por ferramentas elétricas. Na sua experiência, as ferramentas elétricas deixam uma assinatura reveladora que repetidamente observou, fotografou, documentou e comparou as marcas de ferramentas deixadas pela maquinaria moderna. Seu caso é convincente e foi completamente ignorado pela academia. Dunn teve dois pontos princípios para apoiar a teoria. Seu primeiro ponto foi evidência de marcas de ferramentas. Essas fotos de seu site www.gizapower.com representam uma pequena fração da evidência que ele produziu para apoiar sua posição.

Ire Baba

Awo Falokun Fatunmbi

2 comentários:

  1. "Dois mil anos atrás, um maquinista britânico chamado Christopher Dunn estava visitando as pirâmides de Gizé em férias. "
    Bom dia, satisfação em visitar o blog. Acho que teve um erro de digitação na frase.
    Um abraço

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O Culto Tradicional Yorùbá, vem resgatar nossa cultura milenar, guardada na cabaça do tempo.